Secrets and Lies


Goodbye

Depois de um ano (e alguns dias..ou seriam semanas?) irei me despedir deste espaço. Um ano..? O tempo passa rápido.. De qualquer maneira, ando muito ausente por aqui, afinal, tenho outras prioridades no momento. E não, isso não tem a ver somente com trabalho (eca!) ou estudo.

Não sei se a UOL deleta automaticamente o blog após a extinção da assinatura, ou se essas páginas permanecerão congeladas para sempre no infinito espaço virtual.

De qualquer maneira, caso venha a criar um novo blog, darei o recado lá no fotolog. Falando em flog, esse aqui também deve ir para o espaço. hehehe.



Escrito por little girl lost às 09h43
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Ultimamente eu só falo em sono, horas de sono, horas sem sono e afins ou qualquer coisa relacionada a sono e dormir. Que saco. Minha vida está um saco. Este blog está um saco. E eu adoro a palavra saco. Um saco?

...

Que merda.



Escrito por little girl lost às 16h05
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Viver é um pé no saco...

Quando se acorda às 5h50 da manhã, numa segunda-feira de chuva depois de cinco horas e meia de sono (hmmm..acho que não foi tudo isso..) Depois de um domingo preguiiiiiçoso, no qual os trabalhos pendentes da especialização ficaram escorados num canto, a televisão ficava ligada e o messenger aberto. Vi um filme lindo no movielixo, que apesar de suas estréias atrasadas (ainda que muuuito bem-vindas) continua um lixo. Um desastre em qualidade técnica. E se passaram trinta minutos entre as primeiras duas horas e o tempo final, embalados por "quero meu dinheiro de volta" (vindos de mim, não, afinal, eu sou uma lady). Até a gerência entrou na sala pra explicar o "probleminha". Uma pena. Um filme tão belo, assim arruinado por uma falha que estragou sua magia fugaz. Cortou o clima completamente. Afinal, não foram cinco minutinhos.. Foram 30.

Alguém aí viu e conseguiu extrair algo particular de O Novo Mundo? Além daquela velha metáfora da América virgem destruída, envenenada e deflorada pelo europeu colonizador? E alguém conseguiu tirar os olhos da Pocah..(oops. ninguém pronuncia o nome dela) vivida pela atriz iniciante? Fiquei encantada, a moça realmente nasceu para aquele papel. Seu olhar inocente diz tudo. Selvagem, sim, indelicada, nunca.  hehehe. Piadas à parte, a lenda me encanta. E histórias de amor também. E amores sutis, de poucas palavras. Só não entendi a atitude do Smith.  Ahh..una cosita más... O Colin Farrell ficou até bem barbudo. Looked hot. E olha que eu odeio barba.

Update (17h51): Minha nossa, a mocinha do filme tinha apenas 14 anos quando o filme foi rodado  Pensei que ela tinha uns 20 anos. Owwww. Detalhes: o Farrell é de 1976, o Bale, de 74. Interessante, não? E historicamente plausível.



Escrito por little girl lost às 15h53
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Viver é...

Assistir X-Men:The Last Stand, quase que completamente sozinha numa sala de cinema enorme numa quase tarde de sábado depois de sair de um ônibus amundiçado. Because people suck sometimes.

Previsivelmente, eu adorei o filme, e na minha sessão, fui a única a ficar até o final dos créditos (porque informação é tudo), sim, um quarto filme não é impossível

Triste foi ver personagens mal-desenvolvidos (o tempo é curto pra um script mais elaborado) e outros, patéticos (o lado do mal, principalmente). Psylocke, tão legal nos HQs foi reduzida a um nada (mal aparece, e o seu nome nunca é pronunciado). Mas tudo isso é besteira... O que importa é que foi o melhor blockbuster do ano até agora (Será que vou gostar mais de Piratas do Caribe 2?) Ah, e deu uma surra no filme sem graça do Ron Howard (ew)

E não entendi..A Mística sacaneou o Magneto ou ainda ficou do lado dele? Tipo assim..A localização dele foi fornecida por ela, mas aí quando chegaram lá, o cara que se clonava estava lá, enganando os bestas... Não poderia ter sido aquela mutante com poderes psíquicos que disse ao Magneto que eles seriam cercados e eles fugiram antes? Eita viagem...

Vi o trailer de Superman e não gostei. É o super-herói mais chato. Certinho demais. E aquelas cores da bandeira americana, arghhhh. Acho que o Luthor ficou legal. e o trailer de World Trade Center, quase chorei, snif snif.. Pena que ainda vai demorar uns dois meses até a estréia.

"Romeika, vai estudar".

Que saco.



Escrito por little girl lost às 17h13
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Quinze horas de sono acumuladas depois...

...E finalmente é sexta-feira. Amanhã posso usufruir da preguiça deliciosa que eu costumava ter todos os dias..Saudades daquelas noites silenciosas, eu e o pc, o pc e eu, eu e os meus livros, meus livros e eu...Livro agora é só no ônibus mesmo, e isso quando eu estou sentada... Ai, ai... E ainda falta mais de um ano para as minhas tão sonhadas férias. Que saco.

(..)

-Gripada?

A pergunta que eu mais tenho ouvido ultimamente. Às vezes de uma maneira inocente, outras pobremente irônicas. Odeio pessoas babacas que tentam ser irônicas. No máximo passam por falsas ou blasés. Ou ainda pior: por ridículas. Só elas não percebem isso. A minha resposta:

-Sim, gripe viária. Compre o tamiflu.

Intolerância? Quem me conhece por um período mínimo de quinze dias sabe que eu sou alérgica. Portanto, nenhuma necessidade de fazer perguntas propositalmente imbecis.

Lembro de uma professora de inglês que eu tive que disse certa vez: "Se eu pudesse colocaria todos os babacas do mundo dentro de uma bolha gigante e a explodiria". Seria o máximo, não?

Ah, ontem eu vi dois filhotinhos de beagle na pet shop, a coisa mais liiiiinda do mundo, tão fofinhos, deu até vontade de ter um. Mas aí eu pensei "serei uma mãe ausente", e fui embora da loja, sem beagle e sem nada. Passei o resto do dia pensando naquele filhotinho aparentemente triste e aborrecido. Pobrezinho.

Estou pensando em redecorar o meu quarto. 'Cause i'm so bored.

Life is so boring sometimes.



Escrito por little girl lost às 13h51
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Decifrando Nola Rice

Seu pai abandonou sua mãe e os irmãos quando ela ainda era uma menininha. Ou poderia ter apenas desaparecido, sem rastros. Ou poderia nunca ter existido e tudo ainda seria explicável. A mãe afundou-se no álcool e tornou-se negligente. E assim ela cresceu sem figuras familiares das quais pudesse construir uma imagem digna e autoconfiante de si mesma. A insegurança ela disfarçava através de sua bela e voluptuosa figura, do seu olhar misterioso, lânguido, infantil, vampírico, fatal... Indecifrável. Logo percebeu o efeito que aquilo provocava nos homens, o tomou para si. Como uma arma não muito secreta, como defesa, como sobrevivência. O casamento veio cedo, e conseqüentemente, o divórcio. Os filhos ficaram para trás. "Não posso ter um bebê", pensou. Não sabia cozinhar, lavar ou passar. Largou a escola aos 16 anos, meses antes de se formar no segundo grau. Queria ser atriz. Intelectualmente, não era muito talentosa. Tinha dificuldades em fazer leituras em sala de aula e horror à exposição pública, algo comprovado na primeira e única peça escolar da qual participou, aos 14 anos. Gaguejou a sua única fala e nunca mais quis subir no palco. E nunca mais o fez. Preferiu a tela grande, aconselhada pelo professor teatral da escola, que a iniciou em outras artes, além da dramática. Sim, ela ainda tinha 14 anos.

O cinema teve que esperar, e entre uma distração e outra, um affair e outro, uma viagem à Paris, um fuga, e os anos passando, suas chances iam desaparecendo. E ela se esforçava pouco para tentar. Descrente de si mesma, não frequentava cursos, sequer estudou. Ninguém a incentivava, e ela, como todos já devem saber, pouco se valorizava. Cometia o erro ingênuo de achar que seus atrativos físicos seriam suficientes, afinal, "deu certo para a Marilyn". Sua personalidade mudava radicalmente em outros campos. Sabia seduzir como ninguém. Divertia-se seduzindo, gargalhava com a reação tola dos homens a um simples gesto seu. Ou não, apenas fitava cada situação, cada momento, com aquele olhar peculiar, frio e indiferente. Necessitava daquilo para esconder a sua vulnerabilidade. Necessitava de amor físico. Amava ser amada fisicamente. Amava o toque, os beijos, as carícias. Como Rita Hayworth, só se sentia segura entre quatro paredes. Seus amantes não a compreendiam e tachavam-na de ninfômana, cujo apetite sexual nunca estava completamente satisfeito.

Incompreensão, essa seria a palavra que fundamentava a sua vida. As aparências enganam, e no seu caso, a aparência exterior gritava contra o seu interior. Gritava desesperadamente e ninguém ouvia, nem ela mesma. Todos estavam distraídos demais com aqueles seios, pernas e quadris. E como não reparar em seus lábios? Não faria diferença se a nossa garota fosse ruiva, morena ou loira - como o era, seus lábios e seu olhar era o conjunto que a fazia tão desejável. Seus lábios úmidos após um temporal, seus lábios entreabertos durante o jantar, seus lábios silenciosos durante a ópera, seus lábios, por onde se podia ouvir a sua voz rouca, quase trêmula. Seus lábios. Poderia ela ter uma auto-estima tão baixa? Sim. Seus lábios não a projetaram ao estrelato. Nem mesmo fizeram com que ela conseguisse um papel medíocre. "Onde estava essa confiança toda na hora do teste?" Estava extirpada, enterrada, sem voz. Femme fatales invariavelmente possuem baixa auto-estima.

Os sinais da realidade eram claros, mas ficavam eclipsados por aquilo que já se sabe, e pelos preconceitos e estereótipos pertencentes aos seres humanos. Uma prostituta. Interesseira. Manipuladora. Falsa. Mentirosa. Sim, ela poderia ser tudo isso e muito mais. Mas ao longo da narrativa de sua vida, Nola Rice revelou-se bem menos prostituta do que poderíamos esperar. Se revelou frágil, vulnerável e verdadeira diante de sua própria fragilidade. Não era como a Bovary de Flaubert. Ou como a Lola Lola de O Anjo Azul. Claro que não. Porque aqui não é a mulher que arruina a vida de um homem. É um homem que arruina a vida de uma mulher. Uma mulher que no fundo só queria ser amada. Só queria ser amada... Existe algo mais clichê? Nossa garota tinha menos de Gilda e mais de Rita do que pensávamos. E quase nada da Juliette de Bardot. Que lástima. A minha Nola pisaria naqueles que a subestimaram e triunfaria linda, confiante e majestosa diante da tela grande. Soaria falso, não nego. Mas assim é que deve ser. Ela levaria o protagonista à loucura, mas uma loucura diferenciada. Uma loucura prejudicial para ele e para mais ninguém. Infelizmente o homem que cruzou a sua vida era essencialmente dostoievskiano. Sem o machado, é claro. Mas com a mesma dose de ganância, os mesmos motivos vis.

Nas fotos: Scarlett Johansson em Match Point, Rita Hayworth em Gilda e Marlene Dietrich em O Anjo Azul.



Escrito por little girl lost às 14h19
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Só pra sentir o gostinho...

UOL Cinema: Filme é só uma gincana religiosa
Reuters: Tom Hanks tem atuação inexpressiva
UOL News: Filme beira o constrangedor
Folha: Filme tem elenco ruim e roteiro frágil
NYT: É mais rápido ler o livro do que ver o filme
The Boston Globe: "O Código Da Vinci" decepciona
SET: Confuso, tedioso e inverossímil
Imprensa de Hollywood mostra tolerância zero
Folha Online: Melhor para os não-iniciados
Críticos vaiam e gargalham em Cannes

..mas como críticos são criaturinhas ranzinzas por natureza, e como eu nunca escutei crítico nenhum ao escolher um filme, irei neutra ao cinema. Lembro que eu não gostei muito do livro. "Superestimado", pensei. E quando soube que aquela francesinha-magrelinha-sem sal iria fazer a Sophie e o Tom Hanks (com todo o respeito ao seu inegável talento) iria interpretar o Langdon, fiquei com o pé atrás. Bom, meu irmão e o meu primo viram hoje à tarde. Eles gostaram. Críticos..Será que eu vou odiar também? Hmmmm.

*Atualizando (20.05.2006)

Por que assumir um projeto que se tornou célebre justamente por despertar uma enorme polêmica se você não terá coragem de abraçá-la?

Ainda que eu tenha concordado em partes e discordado em outras com o crítico do Cinema em Cena, essa sua frase resume perfeitamente o que senti com relação ao filme.



Escrito por little girl lost às 16h54
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Cegueira

Sou uma escrava branca, vermelha e negra

Esperando pela carta de alforria

Presa e enraizada sem escolhas

Sem mesmo o direito de ver.

Vejo as coisas pela superfície

A verdade esconde-se, disfarçada, aquela amiga hipócrita.

Dia após dia

Enganando-me, ocultando-se sobre mantos de falsa felicidade

Embebedando-me com um elixir fugaz

Eclipsando sombras que me sabotam, impunes

Contaminando a minha alma que apodrece a cada dia

Apodrece ainda viva e pulsante

Entre lágrimas e sorrisos

A vida é uma ilusão.



Escrito por little girl lost às 19h00
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Good News

Boas notícias. Se tudo der certo em um ano estarei na assessoria de comunicação do fórum. Reencontrei uma amiga de faculdade que trabalha lá e vai fazer todo o possível para me tirar do setor automatizado. Isn't it great?

Meu cabelo... Eu queria igual ao daquela mulher da novela que usa os vestidinhos, mas a cabeleireira foi cortando..cortando...cortando...E eu já estava prestes a abrir o berreiro, mas me controlei, 'cause i'm not a kid anymore. E ela foi cortando mais...e mais...e mais....e de repente...There was nothing left. 

Eu era assim. Fiquei assim. Ficou até um pouco parecido com o da Liv Tyler sete anos atrás.

Vai ser difícil se acostumar... I look like a tomboy. Awful. E o meu rosto redondinho....Arghhhhhhhh.



Escrito por little girl lost às 10h23
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E quando eu estiver mais triste

Mas triste de não ter jeito

Quando de noite me der

Vontade de me matar

— Lá sou amigo do rei —

Terei a mulher que eu quero

Na cama que escolherei

Vou-me embora pra Pasárgada.

Eu estou entediada. Sempre estive entediada. Agora sinto a constatação do tédio. Estou cansada. Não me sinto presa. Se houver DELE próximo semestre eu farei. Vou seguir os conselhos do meu professor de espanhol e tentar um mestrado na Espanha. Se não conseguir, ataco de outro lado. Porque será difícil passar pelos três anos de estágio probatório. E como será. Hmmmmm... Será? Call me crazy. I don't give a damn.



Escrito por little girl lost às 21h38
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Para os aspirantes a críticos de Cinema, ou para aqueles que muitas vezes abrem a boca para falar um monte de asneiras sobre o filme x, y ou z. Aprendam:

"O nosso trabalho (o de crítico) é avaliar cada filme, usando como referência o filme que ele se propôs a ser. Se "Penetras Bons de Bico" ("Wedding Crashers", EUA, 2005) se propõe a ser uma comédia engraçadíssima, temos que decidir se ele conseguiu o não o seu intento (chegou perto). Se "A Lula e a Baleia" ("The Squid and the Whale", EUA, 2005) espera criar uma ressonante miniatura de disfunção familiar, ou se "A Luta pela Esperança" ("Cinderella Man", EUA, 2005) quer ser uma inspiradora fábula trivial sobre uma família funcional, isso que dizer que conseguiram? (Sim, ambos conseguiram) E se "Syriana" tenta educar as platéias norte-americanas sobre as complexidades e cumplicidades morais do setor petrolífero, será que foi esse realmente o resultado obtido? (Certamente, mas é necessário que o público faça um certo esforço)."

"Ou então peguemos "Crash - No Limite", o melodrama de vários personagens,
dirigido por Paul Haggis, que segundo certas pessoas é o filme mais
importante do ano. Ele certamente deseja ser. Haggis, um roteirista que se transformou em diretor, procura pegar todas as vertentes da violência
urbana, classe social e falta de conexão entre os seres humanos e jogar essa mistura na tela, de forma que possamos vê-la. Para certas platéias essa declaração urgente de objetivo é suficiente para atraí-las."

"Mas para qualquer um que tenha que assistir a filmes para sobreviver - e que aprendeu a tomar cuidado com cineastas que apelam para esse tipo de tese social -, "Crash" não atinge o seu objetivo. A verdade nos filmes surge com freqüência de momentos menores e singelos: os olhares gradualmente sombrios entre pais e filhoss em "A Lula e a Baleia", o jornaleiro que aguarda a última edição do jornal em "Good Night, and Good Luck", os israelenses e os palestinos discutindo sobre que estação de rádio ouvir, em "Munique". A cada segundo Michelle Willians aparece na tela em "Brokeback Mountain" (EUA, 2005). Os momentos que eu aprendi a apreciar são aqueles que não imploram para provar que o filme é bom, mas que revelam silenciosamente as ironias da vida em andamento."



"Contradizendo aqueles que afirmam que os filmes ambiciosos devem ter um
passe livre, passei a acreditar que deve-se exigir muito deles. Não posso
argumentar que "O Virgem de 40 Anos" ("The 40-Year-Old Virgin", EUA, 2005) seja uma experiência cinematográfica mais culturalmente necessária que, digamos, "Soldado Anônimo", mas posso afirmar que "Virgem" é melhor como comédia pastelão do que "Jarhead" como filme de guerra que leva à reflexão, em parte porque ele não almeja a tanto. E posso observar que aquilo que tendemos a aclamar enganosamente como "entretenimento" muitas vezes oculta comentários sociais subversivos. Apesar de toda o seu caráter farsesco, "Virgem" se constitui em uma argumentação surpreendentemente sólida em favor da espera pelo casamento para que se faça sexo."


Estes trechos foram extraídos de um texto escrito no final do ano passado por Ty Burr, crítico de cinema do jornal The Boston Globe. Burr argumenta para o simples fato de que cada filme deve ser julgado, criticado e analisado pelo seu propósito. Seus objetivos foram atingidos? Sim? Ou não? Pensem.

Fotos: Adoro Cinema



Escrito por little girl lost às 13h23
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Dormir, dormir, dormir...

Me tornei uma proletária. Acordo às 6h, às vezes mais cedo, pego o ônibus, vou ao trabalho, pego o ônibus, volto para casa. Essa semana então..trabalho-cefet-faculdade-casa. Indo dormir de meia noite todos os dias. Perdendo todos os meus programas favoritos na TV. Sonolenta demais para assistir ao Late Show, perdi as entrevistas da Eva Longoria, da Alexis Bledel, da Jane Fonda. E como joguei no lixo o controle remoto do vídeo meses atrás, não posso mais programar nada:(

Agora me pego felicíssima por coisas banais, como dormir. Ontem fui para a cama com um sorriso de orelha a orelha, pensando ("Posso dormir, dormir, dormir, amanhã é sábado!!!"). E segunda é feriado, graças aos céus.:)

Estou com uma PILHA de livros para ler, porque eu já deveria estar fazendo a minha monografia há muuuuito tempo. Não posso fazer a loucura que fiz na graduação. Falando em estudos, essa semana fiz uma prova de compreensão auditiva e de gramática e vocabulário do DELE nível intermedio durante a aula de espanhol. Fiz 10/12 na primeira e 53/60 na segunda. Nada mal, não?



Escrito por little girl lost às 16h54
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Até tu, orkut?

Como se já não bastasse a nossa incômoda falta de privacidade virtual, o tão querido/amado/odiado orkut resolveu dar uma de dedo duro. E logo um dia antes da minha inocente pesquisa atráves de alguns poucos perfis, tentando achar (e adicionar) uma pessoa conhecida de tempos atrás. Aparentemente esta não estava inscrita por lá, e se está/estava, não tem os mesmos amigos em comum de tempos atrás, my loss. Me diverti muito com essa nova ferramenta, mesmo estando habituada à fugaz distração de surfar por perfis desconhecidos. É um passatempo fútil e divertido, visto que alguns profiles são tão ridículos que me fazem chorar de rir, principalmente aqueles retirados de comunidades que têm como objetivo ridicularizar o que já é ridículo. Sério, é cada álbum/perfil trash. Fora as excentricidades do orkut, que não são poucas. Tem de tudo, de casais que fazem swing a mães exageradamente corujas que fazem os perfis de seus bebês (pasme!!!)

Bom, de qualquer maneira, desative a bina ou join it.

Não existe privacidade no mundo atual mesmo, principalmente se você tem um nome não muito comum... Falando em orkut, e adicionando mais baboseira ao post, fiquei impressionada com o número de comunidades relacionadas ao Jack Bauer de 24 horas. Eis aqui as mais engraçadinhas:

 

 

 

 

hehehe.. Afffff...



Escrito por little girl lost às 17h30
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Psssiuuu..

-Na fábrica de Ford, 99% dos funcionários conjugam o mim.

-O Albergue é o pior filme do ano (até agora, dos que eu vi..)

-Tarantino smoked pot.

-Choveu hoje and it felt so good, baby.

-Desde a segunda semana de março, meus planos desfalecem a cada dia. Agora, nem em dezembro.

-Sim, é páscoa, tem um monte de chocolate aqui, e estranhamente eu não sinto compulsão alguma.

-I'm such a lazy ass.



Escrito por little girl lost às 17h08
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Uma pessoa postou uma mensagem em um dos textos anteriores sobre a especialização de jornalismo cultural que eu iria fazer... Quem sou eu para guiar alguém em assuntos acadêmicos, não? Eu sei do que estou falando. Anyways, estava lendo uma guia sobre pós-graduação publicado na Folha algum tempo atrás, e achei interessante este quadro informativo:

"Começou tem que acabar". Eu deveria ter desistido da minha há muuuuuuuuuuuuuito tempo. *sigh*

P.S.:Tá ruim de ver? Usa uma lupa.



Escrito por little girl lost às 19h17
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//About the Girl


Libriana.
Ascendente em escorpião.
Cinéfila.
24 anos.
Sonhadora.
Instável.
Melodramática.
Impulsiva.
Ingênua, mas nem tanto.
Às vezes, ciumenta e manipuladora.
Decifra-me ou devoro-te.

Yes...Please
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